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Ao Romantismo ("E quando o sol se põe")

E quando o sol se põe,
O romantismo se apresenta;
As gerações, o escritor propõe:

A flecha escreve a poesia;
Em rubro, na pele, o tinteiro;
A tribo protege a minoria:
As palmeiras em primeiro.

A caneta escreve a poesia;
Em rubro de lágrima amada.
A mulher, com tamanha arredia,
Jaz sem ser gracejada.

A caneta escreve: Alforria!
Em negro de pele e tinteiro,
A realidade, retrata a maioria.
De Palmares a negreiro.

A última geração se ausenta.
E quando a lua se põe:
O romântico se lamenta.






Texto produzido no Curso de Formação para Escritores da Casa do Escritor (http://www.ccsnamaskar.com.br).

 

 

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