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“E então, todos os finais de tarde quando os sinos do universo soam…”

,o último raio de luz suspira um até logo. Podem ser ouvidos apenas pelo olhar, mas soam claros ao coração. Em seguida, todos os começos de noite silenciam os badalos, e o que soam, agora, são os pensamentos. O universo trabalha em silêncio de noite, para descansar em pensamentos assim que soar o primeiro sino em raio de luz, ao amanhecer.



Texto produzido no Curso de Formação para Escritores da Casa do Escritor (http://www.ccsnamaskar.com.br). 

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